A Zynga e o 7-Eleven fizeram uma parceria para trazer os produtos dos games sociais mais populares para o mercado real. Veja alguns desses produtos:





Fonte: http://www.brainstorm9.com.br/social-media/os-alimentos-reais-do-farmville/

Jogos tomam conta das redes sociais, como acontece com o Facebook, mas os gamers da América Latina são bem contidos na hora de gastar dinheiro em jogos como FarmVille; Média da América do Norte é de US$74
Os games tomam conta do Facebook: FarmVille, Happy Aquarium, MafiaWars. Alguns são totalmente gratuitos. Outros cobram por objetos e upgrades específicos – e é aí que mora o perigo e a falta de noção na hora da empolgação. Um estudo de uma empresa de cobrança para jogos disponíveis em redes sociais afirma que os latino-americanos estão até que bem controlados quando o assunto é gastar dinheiro para comprar upgrades nos jogos.
De acordo com a empresa responsável pelo estudo, a Social Gold, os gamers da América Latina ficam na faixa dos US$57 por compra quando decidem gastar dinheiro com artigos dos jogos.
A empresa analisou seus usuários durante quatro meses e detectou que os maiores gastos vêm da América do Norte, com US$74, seguida por Europa (US$62) e Ásia (US$30).
Segundo a empresa, grande parte de quem joga se satisfaz com o que é gratuito no jogo, mas há quem chegue a gastar mais de US$1.000. Na América Latina, quem costuma comprar mais de uma vez gasta, em média, US$300.
Se os games não empolgaram tanto, pelo menos a E3 serviu pra gente descobrir o que são as Booth Babes.







Veja muito mais em: http://stars.ign.com/dor/articles/1098058/e3-2010-booth-babe-extravaganza/images/e3-2010-booth-babe-extravaganza-20100617003808219.html?page=mediaFull
Recentemente a Secretaria de Saúde de Minas Gerais lançou o Dengue Ville, um jogo educativo que aproveita a brecha do Orkut para servir de plataforma para aplicativos. Este projeto é bastante oportuno porque foca num público jovem e sedento por informação e diversão. Já é sabido que no processo de aprendizagem as pessoas tendem a se lembrar de 90% daquilo com que interagem, uma vantagem grande comparada a outras formas de comunicação.
A jogabilidade é bastante simples, pelo menos nos 15 minutos que xeretei no game, basta procurar por situações favoráveis a proliferação da dengue e clicar em cima para resolver o problema. Na sequência aparece uma mensagem explicativa sobre a mudança realizada. Agora é torcer para que a experiência crie o hábito de preservar a saúde tomando as pequenas atitudes propostas no game.
Uma recente pesquisa realizada no mercado dos EUA e Reino Unido ajudou a traçar o perfil das pessoas que jogam social games, sobretudo os jogos de Facebook (83% do total) que eu, você e os trabalhadores costumamos jogar na hora do almoço, como Farmville e Mafia Wars. O gráfico acima mostra que a maioria dos jogadores pertence a faixa etária correspondente de 30-39 anos, seguida de perto pela faixa dos 40-49, resultado que ainda surpreende bastante marqueteiros.
Promovida pela PopCap Games, a pesquisa nomeada 2010 Social Gaming Research ainda mostra que as mulheres são ligeiramente a maioria e um terço do público entrevistado joga pelo menos 30 minutos diariamente. Os social gamers estão mais interessados em se relacionar com os amigos e a princípio não estão dispostos a pagarem para ter acesso a qualquer aplicativo, apesar disso se tornaram um dos principais target
Nossos hermanos da Three Melons acabaram de lançar o Social Game Bola: “O Primeiro Jogo de Futebol em redes sociais: Compre e venda jogadores, construa seu estádio e mais!”.
Exclusivo para Facebook, você pode criar o seu time, gerenciar, contratar jogadores e ainda jogar as partidas. Bem ao estilo Fazendinha mas com a temática de Futebol.
Durante os jogos, da pra ver o trabalho legal de advertising in game que eles fizeram. Tomara que a iniciativa de certo.
Confira e jogue em http://apps.facebook.com/bolasocialsoccer/
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