O IAB (Interactive Advertising Bureau), é uma associação que busca criar parâmetros para facilitar a vida das empresas associadas, que são em sua maioria do ramo de propaganda e interatividade.
Dentro da área de “games” fazem parte empresas como: Eletronic Arts, Massive Incorporated, Skyworks Technologies, entre outras.
Esse grupo de associados da área de “games” se juntou para criar um documento com diretrizes para o “in-game advertsising”. O “paper” contem definições relacionadas ao uso do “in-game advertising”, as formas de “in-game advertising” e as formas de métricas.
Vale a pena dar uma olhada !
Link : http://www.iab.net/resources/pdf/games-reportv4.pdf
Dia 10 de outubro, ocorreu no Grupo de Midia em SP, o evento: VI Media Connections com o tema de “Games”. O Grupo de Mídia para quem não sabe, é um grupo representado por profissionais da área de mídia das agências de publicidade. Esse grupo organiza eventos e cursos na área de mídia para aperfeiçoamento da própria categoria.
No evento em questão, o debate era em torno do “boom” que está acontecendo no mercado de games, onde lançamentos como o do jogo Halo 3, faturam mais do que algumas das maiores bilheterias cinematográficas do ano, como Homem Aranha 3 e Harry Potter.
Para discutir sobre o assunto, compareceram os palestrantes: Mitikaso Lisboa, da Hive Entertainment, e responsável pelo WCG Brasil 2007 (etapa brasileira do maior torneio de games do mundo) e Guilherme Camargo, gerente de marketing no Brasil do X-Box 360 da Microsoft. O debate foi mediado por André Forastieri, sócio da editora Futuro Comunicação, editora das maiores revistas sobre games do Brasil.
O Miti, como gosta de ser chamado o Mitikaso Lisboa, fez uma excelente palestra mostrando dados e fatos sobre o mercado de games, focando principalmente no perfil dos usários. Ele apontou como o mercado está crescendo e como existem diversos nichos a serem explorados. O ponto negativo da palestra foi somente as inserções feitas pelo mediador André. Algumas coisas eram relevantes mais a maioria eram apenas opiniões totalmente desnecessáris, como por exemplo, que ninguem faz Serious Games no Brasil.
Durante a palestra, houveram diversas dúvidas por meio dos profissionais que ali estavam e um deles pediu a palavra para comentar da dificuldade que os profissionais encontram por não conhecer esse mercado e por ninguem ter ido até eles explicar como é promissor fazer propaganda nesse mercado. Depois de muito levantar a mão, eu consegui falar e comentei para todos que eu já tentei ligar para a grande maioria das agências que ali estavam representadas pelos seus profissionais de midia, e ninguem quis ou teve tempo de me atender para que eu pudesse mostrar não só aquelas informações como outras sobre o mercado.
Seguindo com as apresentações, o Guilherme da Microsoft fez uma pequena apresentação do case de lançamento do Halo 3 com todos os dados de mercado e produtos gerados e vendidos pelo sucesso do jogo. Infelizmente, para os publicitarios que ali estavam, a Microsoft deixou claro que não pretende comercializar o in-game advertising em seus jogos no Brasil.
O debate terminou com a vontade dos profissionais de conhecerem melhor o mercado, sugerindo um novo debate sobre games e a sugestão de começar a medir e divulgar os dados da área de games dentro do anuário Mídia Dados, que é o livro contendo todas as informações do mercado de midias no país.
Eu achei que o debate foi bastante produtivo para abrir os olhos dos profissionais de mídia frente aos jogos e se eles seguirem com o projeto de incluir as informações do mercado brasileiro e do perfil de jogadores brasileiros, vai ajudar muito para a popularização do uso dos jogos como mídia.
Conhecendo as principais empresas de advergames e serious games lá de fora. Tem toneladas de exemplos de bons projetos e ótimas referências.
muito bons em interatividade e jogos diferentes:
http://www.siainteractive.com
os caras que, diz a lenda, inventaram o termo advergame:
http://www.skyworks.com/
catalogo de jogos muito, muito bom deles:
http://www.advergame.com/
catalogo de jogos bem interessantes:
http://www.splashworks.com/
cases bacanas
http://blockdot.com/capabilities/advergames.html
empresa especializada em advers
http://www.labelinteractive.com/
empresas novas:
http://www.frontnetwork.net/
empresa que faz os jogos do adult swin
http://www.popandco.com/
cases:
www.cliobyripcurl.com
http://www.johnsonsbuddies.ca/en/parent/game_parent.asp
Abraços!
Fernando
Jogo muito legal e bem feito, onde você deve gerenciar uma pizzaria. Além das ótimas animações e efeitos sonoros, a jogabilidade é muito boa.
No início, você deve atender o cliente e anotar o pedido da pizza. Depois, é necessário escolher qual pizza você vai fazer e colocar o recheio de acordo com o pedido.
Com a pizza pronta, você deve colocar no forno com o tempo pedido pelo cliente. Depois é só cortar no número de fatias certas e entregar. Da até fome na hora de jogar.
http://www.kongregate.com/games/FliplineStudios/papas-pizzeria
Técnologia: Flash.
PS: jogo enviado pelo Sousa.
Abraços!
Fernando
Advergame para quem está bravo com o chefe, tem visões do chefe morrendo, entre outras coisas mórbidas.
O legal é descobrir as 17 maneiras diferentes de matar o coitado. Bem sanguinário o joguinhu ^^
http://www.doodie.com/anger_management.php
Muitos devem conhecer, mas vale a pena relembrar. No site do AdultSwin do Cartoon Network tem uma coletânea de AdverGames muito boa. Os jogos são muito bem feitos , bem animados e divertidos , alguns com jogabilidade inédita. O layout de quase todos também merece destaque. Por ser um jogador frenético dos mais modernos consoles , os jogos de web dificilmente chamam minha atenção. Por isso reforço um estudo para uma viabilização de games similares.
Link : http://www.adultswim.com/games/vivacaligula/index.html
Quase todos já viram, mas sempre é bom lembrar deste jogo muito bem feito para a BMW. Agora ele conta também com uma versão multiplayer onde você pode desafiar um amigo para uma corrida.
O visual do jogo é muito bonito e os caras conseguiram resolver muito bem a integração das cenas de entrada (filmes 3d) com o jogo.
Outra coisa legal é que você pode se cadastrar e ir melhorando o seu carro, comprar novos itens, etc.
Enfim, ótima referência para jogos deste tipo na Web.
Abraços!
Fernando
Link para os advergames do Desafio GA, uma ação promocional do Guaraná Antarctica que misturava desafios impressos nas garrafas, em anúncios impressos de revistas e esses jogos.
Os jogos são bem simples mas que funcionaram muito bem na campanha. Era liberado um jogo por dia.
http://www.desafioga.com.br/jogos.php
Artigo que saiu no Webinsider
Por
Há diversas formas de analisar concorrência. Na indústria dos games, a disputa entre consoles é um exemplo de concorrência direta. E também a opção pela compra de Blu-ray ou HD-DVD players como concorrentes indiretos destes mesmos consoles.
Philip Kotler conceituava, no livro Administração de Marketing, concorrência direta aqueles que oferecem o mesmo que você; e indireta aqueles que competem pelo dinheiro ou tempo que o consumidor gastaria com o que você oferece.
Porém, antes é preciso parametrizar a indústria, o setor e o segmento que está sendo analisado. Falar em indústria de games coloca no mesmo pacote fabricantes de consoles, desenvolvedores de jogos, fornecedores de peças, desenvolvedores de middleware entre outros.
Quando da realização de um exercício de análise de concorrência ou de mercado por uma empresa específica, é preciso antes delimitar cuidadosamente o mercado, o setor e o segmento de atuação, para que haja fidelidade de análise.
Atualmente os conceitos de concorrência direta e indireta ainda são muito utilizados não só no mercado, como também nas escolas de administração e marketing. Paralelamente, ganha cada vez mais força uma visão mais abrangente de mercado, entendendo a concorrência sempre do ponto de vista do consumidor, do cliente.
Nesta visão, entra também a estruturação do segmento ou do setor em níveis, entendendo diferentes concorrentes em diferentes etapas do processo de decisão de compra.
Tome-se como exemplo o caso de desenvolvedores de jogos. Num primeiro momento seus concorrentes são os demais desenvolvedores na busca de oportunidade de desenvolvimento para determinado console.
Neste caso específico, principalmente quando se fala de outsourcing, importa mais a estrutura da empresa e seu know-how do que o título do jogo que será desenvolvido. Os fatores críticos para o sucesso são intrínsecos ao processo de desenvolvimento, uma vez que o cliente é um fabricante de consoles ou uma grande publicadora internacional. Em cada um dos casos, é preciso entender as reais necessidades do cliente e como funciona seu processo de tomada de decisão para, depois, analisar a concorrência (que, neste caso, rompe barreiras geográficas com facilidade incrível) e se preparar para enfrentá-la.
Este mesmo desenvolver de jogos pode optar por lançar um jogo independente, para PC e online. Neste caso, as variáveis a serem analisadas são outras e, provavelmente, seus concorrentes também sejam outros.
Se o desenvolver optar por um modelo de negócios onde a publicidade seja uma das fontes de receita do projeto, ele entrará em uma acirrada disputa por verbas publicitárias, batendo de frente com outros meios como TV, revistas, rádios…
Entra no jogo uma metodologia que separa os concorrentes em genéricos, de forma, de produto e de marca.
Como concorrentes genéricos teremos todo e qualquer meio ou veículo que disputa o investimento publicitário de determinado segmento. No caso de jogos online, estamos falando de um serviço de entretenimento direcionado a um perfil de público que varia de acordo com a temática e a jogabilidade do game. Uma vez definido qual é esse perfil, pode-se levantar qual o perfil de anunciante que busca este público. Depois dessa etapa, através de levantamentos de dados secundários é possível identificar e responder à pergunta: quando esse tipo de anunciante quer atingir esse perfil de público, onde ele anuncia? Todas as respostas serão seus concorrentes genéricos pela verba deste perfil de anunciante.
Afunilando um pouco mais, descobre quem recebe verba para publicidade online. Esses são os concorrentes de forma.
Depois, afunilando-se ainda mais a análise, vê-se quem recebe verba de publicidade em jogos online, in game ads. Esses são os concorrentes de produto.
Por fim, identifica-se quem oferece ao anunciante o mesmo produto e os mesmos atributos de marca. Ou seja, jogo online com a mesma temática e com jogabilidade semelhante. Esses são concorrentes de marca pela disputa de verba publicitária.
Essa análise auxiliará o desenvolvedor a projetar retorno esperado quando levar seu projeto ao mercado e, mais ainda, direcionará o discurso e o esforço de vendas, pois será possível identificar o que cada perfil de anunciante procura ao anunciar para determinado perfil de público.
O mesmo pensamento pode ser aplicado para se projetar retorno de mercado de uma jogo, no tocante aos jogadores, os consumidores finais. Neste caso, ter-se-ia qualquer forma de entretenimento como concorrente genérico; entretenimento doméstico (TV, livros, música…) como concorrência de forma; videogame de um modo geral como concorrência de produto e, por fim, jogos online com temática semelhante como concorrência de marca.
Para exemplificar melhor, vale consultar pesquisa recente publicada pelo eMarketer sobre como os americanos gastam seu tempo de lazer.
Olhem esse link abaixo, é uma pesquisa muito interessante sobre games, mostra graficos e etc
http://www.emarketer.com/Article.aspx?id=1005333
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